
Gestão com dados, liderança com cultura
Como a Race Comunicação transformou o registro de horas em uma alavanca real de adesão, rentabilidade e equilíbrio dos times.
Gerar adesão real ao registro de horas
Para a Race, o principal desafio não era operacional, e sim cultural. O alto regime PJ e a leitura do registro de horas como “controle do trabalho” — em vez de visualização do esforço — dificultava a adoção da plataforma e limitava a qualidade dos dados disponíveis para a gestão.
Isso se traduzia em perguntas que a agência não conseguia responder com precisão:
Como fazer com que os colaboradores entendam o valor dos dados que geram?
Como identificar com antecedência a sobrecarga de trabalho nos times?
Como sustentar o projeto quando o champion interno muda?
A esses desafios somavam-se uma baixa carga de horas registradas, baixo engajamento com a plataforma, troca do champion interno e falta de visibilidade sobre a sobrecarga de trabalho. Sem um compromisso transversal entre operação e diretoria, os dados eram insuficientes para tomar decisões estratégicas sobre rentabilidade e distribuição de cargas.
Uma metodologia que combina acompanhamento, liderança e sinergia com o C-level
A Race adotou a COR como sua plataforma de gestão, mas o verdadeiro diferencial esteve em como se trabalhou a implementação: com um acompanhamento próximo e um alinhamento contínuo entre os times operacionais e a diretoria da agência.
Acompanhamento presencial com Business Review
Reuniões presenciais com relatoria precisa em cada Business Review, garantindo que cada conversa com a agência estivesse respaldada por dados acionáveis e conclusões claras para o negócio.
Champion ativo e comunicação com lideranças
Definição de um champion ativo dentro da Race, com foco no engajamento dos times. Somou-se a isso uma comunicação constante com os líderes de cada área, garantindo desdobramento cultural e compromisso real com o registro de horas.
Sinergia com o C-level
Trabalho conjunto com a diretoria da agência sobre objetivos de curto e longo prazo, alinhando o uso da COR com as prioridades estratégicas do negócio: rentabilidade, distribuição equilibrada do trabalho e profundidade analítica.
Uma operação com dados confiáveis e adoção consolidada
A Race passou de relatórios rasos para contar com dados confiáveis para a tomada de decisões, identificou oportunidades de redistribuição de carga entre os times e elevou a rentabilidade por meio de uma melhor visibilidade operacional.
A trajetória da Race Comunicação é a prova de que a maturidade na gestão exige abrir mão do caminho ‘fácil’ para abraçar a verdadeira eficiência estratégica. Hoje abandonamos os relatórios rasos e ganhamos dados confiáveis com uma ótima taxa de adoção. A COR preencheu nossa lacuna analítica, elevou a rentabilidade e garantiu uma distribuição de trabalho muito mais equilibrada para os times.

Quando a gestão deixa de ser controle e vira estratégia
A Race Comunicação é um exemplo de como o sucesso de uma implementação não depende apenas da tecnologia, mas do trabalho cultural por trás. A sinergia com o C-level, um champion ativo e a comunicação constante com as lideranças foram tão determinantes quanto a própria plataforma.
Hoje a Race opera com mais visibilidade, dados confiáveis que sustentam decisões de rentabilidade e um time mais equilibrado na sua distribuição de cargas. E olha para frente com um objetivo claro: consolidar a COR como sua principal plataforma integrada de trabalho, agilizando o fluxo de tarefas e cortando drasticamente a perda de tempo com e-mails.
Para uma agência com time distribuído e um mix de regimes de trabalho, essa capacidade não apenas otimiza a operação: transforma a gestão em uma alavanca real de eficiência, cultura e crescimento.
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