COR · Business Club SP
Cinco números para abrir o debate
14.08.2026 · 10 min
2,6%
das agências têm a AI integrada com impacto medido. E 95,6% já usam AI de alguma forma.
Tem muitíssimo uso e muito pouca gestão desse uso.
Perguntas para jogar na mesa
- Vocês medem o que a AI está fazendo na sua agência?
- Quais agentes o time usa, com que frequência e quanto custam? Alguém tem esse número?
21,1%
associam a AI a uma melhora direta de rentabilidade. Mas 79,8% percebem economia de tempo.
O tempo economizado não desaparece: é realocado sem critério e a margem não se move.
Perguntas para jogar na mesa
- Quanto custa produzir um entregável hoje, com agentes no meio?
- Custos, tempos e pricing dos agentes são outros. Isso deixou de ser um problema financeiro: é operativo.
11,7%
controlam desvios entre o que foi vendido e o que foi executado em tempo real. Os outros 88,3% descobrem tarde.
A margem já foi perdida quando a maioria descobre.
Perguntas para jogar na mesa
- Vocês descobrem o desvio com o projeto aberto ou depois de fechado?
- Se soubessem na primeira semana, o que fariam diferente?
1 em cada 2
agências perde entre 15% e 40% do tempo em retrabalhos. E 27% não conseguem nem medir isso.
Isso explica por que a rentabilidade continua sendo a dor número um.
Perguntas para jogar na mesa
- Quanto do tempo do seu time vai para retrabalho?
- Quando o cliente pede a quarta rodada, isso aparece em algum lugar ou o time absorve?
23,2%
já têm menos posições júnior. E 46,5% não conseguem reter talentos-chave.
Se o júnior é automatizado, de onde saem os seniores de 2030?
Perguntas para jogar na mesa
- Vocês continuam contratando juniores?
- Se não, quem está formando o critério que a agência vai precisar em 2030?
A AI deixou de ser o tema. O tema é a agência.
Como ela se organiza, como decide, como fatura, como cuida da sua gente e como explica ao cliente o que está fazendo. A tecnologia já está. O que falta construir é todo o resto.
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