
Do fee subutilizado à receita extra
Como a House Dentsu transformou fees subutilizados em um modelo de consumo flexível e transparente, sustentado pelo registro de horas na COR.
Clientes que não aproveitavam o fee completo
O modelo de fee fixo tinha uma fraqueza: alguns clientes não consumiam tudo o que pagavam. Isso gerava atrito na relação e colocava a renovação em risco, porque o cliente sentia que pagava por horas que não usava.
Fees subutilizados
Meses em que o cliente pagava mais do que realmente demandava, com o valor da agência em xeque.
Demanda variável difícil de capturar
Quando o cliente precisava de mais, não havia um mecanismo ágil para faturar o trabalho extra.
Falta de visibilidade para o cliente
Sem um relatório claro de consumo, era difícil justificar o trabalho realizado.
Um banco de horas que funciona como tokens
Daniel Jiménez Schmidt, COO da House Dentsu, desenhou um novo modelo: em vez de um fee rígido, o cliente compra um banco de horas que é consumido como créditos. Começaram em outubro de 2025 com o primeiro cliente e hoje o modelo já funciona com 5 de suas contas.
Um de seus clientes chegou a investir o dobro do seu fee regular em um único mês, de acordo com as necessidades de dedicação daquele momento.
Rate card como motor do modelo
Cada hora registrada na COR é valorizada de acordo com a rate card, assim o consumo do banco de horas é calculado de forma automática e precisa.
Dedicação fixa + consumo sob demanda
Do banco de horas é descontada a dedicação fixa do executivo de contas, e o restante é consumido conforme o que o cliente vai pedindo.
Fechamentos semanais com relatório de saldo
Toda semana, o cliente recebe quanto crédito ainda tem. Ao se aproximar do limite, decide se pausa ou continua investindo.
Registro de horas como base auditável
O modelo existe porque a equipe registra seu tempo com disciplina na COR. Sem esse registro, não seria possível auditar o consumo nem cobrar o extra.
Client Partners: de gerenciar contas a administrar recursos
O modelo também transformou o papel das Client Partners. Com o banco de horas, elas já não apenas gerenciam a relação com o cliente: montam e administram as agendas da equipe para que cada hora do banco seja investida onde gera mais valor. Wendy Quesada, Diretora de Contas, lidera essa forma de trabalho: planeja as dedicações, organiza a demanda de cada cliente e evita retrabalhos que consumiriam horas sem agregar valor.
Do fee subutilizado à receita extra
Menos retrabalho
Com agendas planejadas pelas Client Partners, as horas do banco são investidas em trabalho que avança, e não em correções.
O cliente já não sente que paga por horas que não usa: vê exatamente onde cada hora é investida e decide com informação. Quando a demanda cresce, a agência a captura em vez de absorvê-la.
O problema nunca foi o fee. Era que o cliente não via onde cada hora era investida. Com os dados da COR, deixamos de defender o fee e passamos a mostrar o valor.

A excelência operacional como vantagem comercial
A House Dentsu mostra que a excelência operacional não é apenas organização interna: ela também pode ser uma vantagem comercial. Com uma base de dados confiável na COR, a agência criou um modelo de cobrança que poucas agências se arriscam a implementar, e que hoje lhe permite crescer com seus clientes em vez de brigar pelo fee.
Perguntas frequentes
O que a House Dentsu buscava com seu novo modelo?
Resolver o problema de clientes que não consumiam todo o fee e, ao mesmo tempo, capturar a demanda extra quando o cliente precisava de mais.
Como a House Dentsu usa a COR?
Para registrar as horas da equipe e valorizá-las com a rate card. Assim, calcula o consumo de cada banco de horas e envia o saldo semanal a cada cliente.
Quais resultados a House Dentsu alcançou com a COR?
Hoje opera com 4 ou 5 clientes no modelo de banco de horas. Em um dos casos, a Holcim chegou a investir o dobro do seu fee base em um único mês.
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